Há um antigo ditado que diz conta que o seguro morreu de velho. Usado para diferentes contextos, a oração determina que sempre é bom manter o controle de tudo, não trocar o certo pelo duvidoso e, se possível não arriscar demais, pois o seguro morreu de velho – ou seja – de tão bem guardado nunca foi necessário ser usado.

Mas aí, caríssimos, no apagar das luzes de 2019 eu lhes pergunto: É possível ser feliz sem arriscar? Ter é mais importante do que ser? Ou o inverso é a regra do mundo agora.

O tema é de difícil digestão, mas vamos tentar abordá-lo aqui. Eu trabalho desde guri, desde muito novo, comecei no mercado profissional, sempre com a máxima de que temos que guardar dinheiro. Que o bom emprego não se troca por uma experiência temporária e mais vale um pássaro na mão do que dois voando.

Mas se eu não tivesse ousado em empreender, na área da informática, em um tempo que para dar uma carga de conteúdo em um site era preciso enviar arquivos por FTP, o que seria de mim hoje.

Não sei. Eu decidi ser, ao ter. Não me arrependo, pois costurei toda a minha vida ao redor da necessidade dos resultados para meus clientes, que diretamente sempre refletiram na minha vida profissional. Ser reconhecido pelo trabalho, dedicação e bons resultados é o sonho de todos os empreendedores, todos aqueles que levantam no início do dia, e planejam suas ações para dar corpo aos objetivos.

Sejamos ser, que tenhamos desejo de ser sempre mais. O “ter” vem na sequência, é consequência de um ser bem estruturado, de um profissional comprometido e de clientes satisfeitos com o resultado. Escolha ser saiba que o ter vem a reboque, sempre!

Por Marcos Aurélio Delavald
Especialista na comunicação mediada pela plataforma digital.
Imagem: Divulgação

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