Quanto menos convencional melhor, é a dica do colunista Marco Delavald

Desde que começamos nossa experiência virtual, nos antigos 386, de tela verde ainda, o formato da mensagem digital sempre foi o grande filão. A internet sempre foi vendida como o meio agregador, aquele possível de reunir a comunicação escrita, falada e em vídeo. Sim, sobretudo, a comunicação.

Ocorre que, de uns tempos para cá, o formato do conteúdo tem se modificado. Quanto menos convencional melhor, é a dica. Chegou-se a pensar até, em uma época não muito distante – quero dizer, no ano passado -, que o vídeo abafaria toda a comunicação virtual e que as plataformas se transformariam em grandes players de vídeo. Isso não foi bem assim.

O vídeo é e continua sendo um dos principais meios de uma marca fidelizar seu público. Mas ele não está sozinho, tampouco na forma convencional. O uso de stories, trazidas pelo Snapchat em 2014 é febre. No Instagram é uma das formas mais consumidas de interação com os usuários, e no Facebook também não fica muito atrás não. 

E sua marca faz stories? Está na boca do povo aí, sendo vista e copiada? Pecado mortal se isto não acontece. O stories é só um exemplo que ilustra que a forma como se distribui a informação digital em rede vem mudando. Não se coloca só vídeo nele, texto, foto, áudio – sim! O compartilhamento de áudio está em alta, e deve ser uma tendência muito forte em 2019.

O conteúdo evolui. O formato hoje é muito menos estático e textual, tornando-se mais visual e interativo antes de se tornar mais e mais imersivo. A hibridização das formas – texto, imagem, som -, é agora a norma para tentar se destacar no mundo digital em ficar dentro dos algoritmos que pescam nossas marcas na rede. Pense híbrido, pense em coisas novas, simples e diferentes, este é um dos caminhos para o sucesso digital neste fim de década.

até a próxima semana 

Por Marcos Aurélio Delavald,
Especialista na comunicação mediada pela plataforma digital.

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